REVISTA ESTRUTURA
| OUTUBRO • 2017
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passavam os limites preestabelecidos. Se-
gundo a NB-116 a limitação das tensões de
tração no concreto na PL impede o dimen-
sionamento da armadura passiva. Apenas
no caso da seção I, com a grande área exis-
tente na zona tracionada, a tensão de tra-
ção ficou abaixo do limite 3,6 MPa e assim
foi possível dimensionar A
s
. Não se levou,
entretanto, em conta o efeito de fadiga.
Os resultados junto com os da enquete
internacional estão todos agrupados nas
figuras 2a , 2b e 3 extraídas da publicação
mencionada de Bachmann.
Análise dos resultados
Os quadros anexos número 1, 2, 3, 4
contém todos os resultados dos cálculos
efetuados. O Quadro Nº 1 mostra todos
os característicos geométricos das seções
ideais tendo sido ‘incorporada na seção
homogeneisada apenas a armadura pas-
siva ou ambas. A diferença máxima nos
módulos de resistência foi de 7%. Isto
pode não representar muita coisa, mas
na hora de se aceitar ou rejeitar uma peça
por excesso de tração pode constituir um
fator decisivo. A maior diferença encontra-
ARTIGO RETRÔ
| EDIÇÃO 106